John Deere reforça sua aposta em tecnologias agrícolas no Show Rural Coopavel 2015

Com a proposta de apresentar máquinas que pensam em conjunto com o agricultor, empresa traz soluções integradas que colaboram para maior produtividade


O Show Rural Coopavel 2015, que ocorre de 2 a 6 de fevereiro, em Cascavel (PR), abre o calendário agrícola do ano e é uma das maiores feiras do setor, além de ser uma importante vitrine tecnológica, que leva aos produtores o que há de mais moderno em equipamentos e técnicas. A mecanização das lavouras e a alta demanda por produtividade são dois fatores decisivos que impactam na cadeia produtiva. De acordo com a Organização da Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), uma das metas para 2020 é aumentar a produção de alimentos em 20%. Sobre o Brasil existe uma expectativa dobrada: aumentar 40%.


Neste cenário, a John Deere concentra seus esforços para apresentar produtos com uma visão de futuro ligada aos desafios da terra, e desenvolvidos pensando na necessidade dos agricultores. É com essa proposta que a empresa marca presença no evento, onde mostra - pela primeira vez ao Paraná - todos os modelos da nova Série S de colheitadeiras e traz também produtos, como os tratores cabinados da Série 5E, além de plantadeiras de última geração, pulverizadores, colhedoras de cana-de-açúcar e produtos destinados a feno e forragem.


Paulo Herrmann, presidente da John Deere Brasil e vice-presidente de Vendas e Marketing da empresa para a América Latina afirma que os esforços da empresa são para oferecer soluções integradas. “Fazemos máquinas que auxiliam o produtor na gestão de eficiência e aumento de produtividade. Temos a preocupação em apoiar o agricultor em todos os momentos, desde treinamento e qualificação da mão de obra que garantem o melhor rendimento das máquinas, até o suporte total no pós-venda”, ressalta.


Ainda de acordo com Herrmann, a John Deere busca oferecer soluções que combinem eficiência com sustentabilidade. Para tanto, a John Deere apoia técnicas agrícolas que auxiliam o homem do campo a colocar em prática a “agricultura sem parar”, com produção o ano inteiro, porém utilizando os recursos naturais de forma planejada e responsável.


A empresa incentiva o uso do modelo ILPF (Integração Lavoura-Pecuária-Floresta), estratégia de produção sustentável que integra atividades agrícolas, pecuárias e florestais, realizadas na mesma área de cultivo e que contempla adequação ambiental, aumento de produtividade e viabilidade econômica. “Novos conceitos como o iLPF permitem ao agricultor agregar diferentes atividades como plantar soja, criar o gado e garantir absorção de carbono em uma mesma terra e sem necessidade aumentar a extensão de área plantada, buscando sua otimização máxima”, conclui.


Expectativa de crescimento


Terra natal do Show Rural Coopavel, o Paraná desempenha papel de destaque na produção de grãos, sendo um dos Estados que mais contribuíram com a atividade no ano passado. Mantendo-se como líder nacional, a região foi responsável por 20,5% da área total brasileira colhida até o final de 2014, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo a primeira estimativa divulgada pela Secretaria Estadual da Agricultura e do Abastecimento, a safra paranaense de grãos de verão 2014/15 deve alcançar a produção de 22,6 milhões de toneladas. Esse dado mostra que o volume será 10% maior ao da safra que se encerrou (2013/14) e corresponde a uma elevação de dois milhões de toneladas na produção total de grãos da nova safra, que começa a ser semeada.


Atenta às necessidades do mercado, a John Deere apresenta aos paranaenses, a nova Série S de colheitadeiras. Disponível em cinco modelos (S540, S550, S660, S670 e S680), são equipamentos que interagem com o operador da máquina, tornando o processo mais eficiente, , possibilitando entre outros benefícios, finalizar a colheita em até sete dias antes do previsto, entrando mais cedo e saindo mais tarde da lavoura.


As máquinas possuem monitor de controle CommandCenter™, sensível ao toque, e o sistema inteligente HarverstSmart™, que varia a velocidade da colheitadeira automaticamente, possibilitando a operação no ponto máximo de performance, ou seja, aumenta ou diminui a velocidade e rotação do motor para a entrada de grãos, garantindo assim, os índices de perdas desejados e melhorando a qualidade dos grãos.


E para reduzir o custo da tonelada colhida, chegando até 2,5 kg/ha a menos em perdas, com excelente qualidade de grãos, a nova Série S disponibiliza o novo sistema de limpeza DF3, que, por ter área 30% maior e divisores longitudinais, limpa melhor os grãos, separando dos resíduos, sem danificá-los ou perdê-los na lavoura, (disponível nos modelos S660, S670 e S680). . Já a transmissão automática ProDrive™, não necessita troca de marchas em velocidades até 40km/h, garantindo mais constância em terrenos acidentados ou deslocamentos noturnos sem qualquer intervenção do operador, e está disponível nos modelos S670 e S680.. Isso possibilita mais tempo colhendo e menos tempo parado, o que resulta em até 1 hora a mais de colheita por dia.


Rodrigo Junqueira, diretor de Vendas da John Deere Brasil, explica que as inovações apresentadas na nova Série S são frutos de um projeto global de pesquisa e desenvolvimento. “As colheitadeiras da Série S garantem mais produtividade em função da tecnologia embarcada, o que proporciona a colheita de até um hectare a mais por hora do que um equipamento de outra marca da mesma categoria, e ainda, com ganhos de eficiência no consumo de combustível em até 17%”, afirma.


Tratores marcam presença


A John Deere reafirma sua aposta no mercado de tratores e apresenta ao público a linha de modelos cabinados 5078E, 5085E e 5090E que foram desenvolvidos para atender a um pedido do produtor que está em busca de mais tecnologia e conforto para garantir mais produtividade, com a agilidade dos utilitários, em qualquer condição climática.


Ainda da Série 5E, a empresa traz os modelos 5055E, e 5075E que tem manutenção de rotina simples e são os mais econômicos da categoria. Outra vantagem para o produtor é que os modelos 5055E e 5075E podem ser financiados pelo programa Mais Alimentos, do Ministério de Desenvolvimento Agrário.


Grande destaque também para o fruteiro 5075EF, que agora passa a ser financiado pelo Finame, especial para culturas como maçã, café, laranja e cítricos. Mais econômico tanto em operações leves como em pesadas e o mais estreito da categoria, possui agilidade, robustez e baixa manutenção, 16% mais que o principal concorrente.


Ainda no segmento de tratores, a John Deere também apresenta ao público seus modelos médios 6110E, 6110J, 6125J e 6180J, produtos concebidos para os agricultores que buscam durabilidade com alta tecnologia e desempenho. Os tratores podem ser equipados com o sistema de soluções AMS de agricultura de precisão da John Deere, e o agricultor tem a possibilidade de utilizar o piloto automático e a antena StarFire. Os tratores da linha 6J também podem ser utilizados em aplicações especiais, como em cana-de-açúcar. Já o trator da Série 8R (8295R) passou por atualizações e agora garante ainda mais desempenho, segurança e conforto aos operadores. Já o 7225J apresenta uma cabine altamente tecnológica, opções de pneus e uma variedade de transmissões, o tornando um equipamento que permite ao agricultor alta performance no campo e garante uma safra ainda mais rentável.


Cana-de-açúcar - O Brasil tem uma área de nove milhões de hectares de cana-de-açúcar, sendo que 72,6% dessa área foi colhida com máquinas na safra 2013/14. Nos últimos anos, houve uma adoção muito grande da colheita mecanizada, já que esse modo de trabalho se mostra mais sustentável: evita a queimada da palha de cana-de-açúcar, prática responsável por graves impactos ambientais, que emite gases de efeito estufa principalmente o CO2.


Assim, a John Deere também leva ao público, além dos tratores utilizados em aplicações de cana-de-açúcar, a colhedora 3522, que garante mais estabilidade em terrenos acidentados e um novo sistema automático de flutuação. Com essa colhedora é possível colher duas linhas de cana ao mesmo tempo com espaçamento de 1,10 m. Trata-se de uma máquina com mais resistência, durabilidade e praticidade, que se adapta às irregularidades do solo, reduzindo o impacto da carga e evitando paradas desnecessárias no campo.


A John Deere ainda disponibiliza um exclusivo Simulador de Colheita de Cana, que replica exatamente as situações do campo, com o máximo de realidade possível. Ele capacita os operadores e colabora para sua formação, o que diminuir a mão de obra especializada escassa.


Soluções em todas as etapas produtivas


Segundo o Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, o plantio de soja 2014/15 deve atingir 98% da área prevista de 5,062 milhões de hectares. De acordo com o Deral, a área tende a subir 3% frente aos 4,901 milhões de hectares plantados com soja no Paraná na safra 2013/14.


Estes são dados que confirmam que o plantio de grãos no Estado deve estar ainda mais intensificado neste ano, e para isso, os agricultores apostam em produtos que garantam alta performance com mais produtividade. Para isso, a John Deere mostra ao público a plantadeira DB40, que é um dos grandes lançamentos da empresa. Esta plantadeira traz excelente qualidade de plantio, proporcionando máxima produtividade operacional, com linhas pantográficas que copiam melhor o terreno. Possui sistema de taxa variável, permitindo o controle automático de dosagem das sementes e o sistema RowCommand, que garante a maximização dos recursos de plantio e uma economia que pode ultrapassar 7%.


Já a plantadeira da Série 2100 leva o exclusivo dosador de sementes John Deere VacuMeter, garantindo precisão e evitando desperdícios na distribuição de sementes que são depositadas no local correto. Outra novidade é a Transmissão Variável de Fertilizante e Semente, que possibilitará o monitoramento da população de sementes, hectares plantados e alarmes, entre outros parâmetros de trabalho, bem como, registrar mapa de aplicação de sementes e fertilizante. Ainda controlar taxas de dosagem através da velocidade de GPS (ou radar do trator), permitir uso de mapas de aplicação de sementes e fertilizante, para distribuição automática das taxas de aplicação (taxa variada), sendo que qualquer ajuste manual de taxas será feito de dentro da cabine, diretamente no GS3, proporcionando ganho de tempo e facilidade.


São produtos que possibilitam ao agricultor ganho no tempo da operação, pois seus ajustes são rápidos e fáceis de serem executados e, assim, podem conseguir ótimo desempenho também em terrenos inclinados e solo úmido.


Máquinas que pensam com o produtor


A agricultura brasileira está caminhando para uma tecnologia totalmente sincronizada, o que leva ao aumento da capacidade produtiva sem a necessidade de expansão de áreas. Essa é uma tendência da indústria em oferecer soluções integradas, somada ao aperfeiçoamento dos equipamentos, otimização do trabalho e suporte para decisões agronômicas. “O aumento da produtividade, essencial para fazer frente aos desafios do futuro, depende da inovação. Teremos que investir cada vez mais em uma agricultura de precisão voltada às necessidades de cada agricultor”, ressalta Herrmann.


A John Deere investe em pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias, em treinamento, em inovações que beneficiem os agricultores e resultem em máquinas inteligentes que pensam junto com o produtor para a melhor solução. Mundialmente, são US$ 4 milhões ao dia, em média, em pesquisa e desenvolvimento, o que resulta na contínua evolução de seus produtos.


Todo esse investimento se reflete em equipamentos que ganham ainda mais eficiência, precisão e produtividade com o uso dos produtos do sistema AMS , comercializados como Pacotes de Serviços paraSoluções em Gerenciamento Agrícola – chamados pela John Deere de FarmSight. O piloto automático, o monitor de colheita, o mapa de produtividade e outras soluções garantem mais precisão e rendimento às operações agrícolas. Eles unem os avanços da informática com os recursos do posicionamento por satélite para melhorar o gerenciamento das propriedades, reduzindo custos operacionais e aumentando a rentabilidade no campo.


GreenSystem – Também estarão presentes os acessórios para carregadoras frontais John Deere GreenSystem, que foram desenvolvidos para garantir alto desempenho e compatibilidade total com os modelos 553, 562, 563, 673 e 741. A companhia ainda traz o Guincho Big Bag*, que consegue içar cargas de até 1.200 kg** e a Lâmina Frontal que possui chapa de desgaste que pode ser girada, de forma a aumentar o tempo de uso antes da substituição.


Construção – A John Deere Construção marca presença no evento e leva ao público a retroescavadeira 310K e a pá-carregadeira 524K, que estarão expostas no estande agrícola. As máquinas de construção podem auxiliar os agricultores em programas de microbacias, controle de erosão, sistematização dos solos, e em construção e manutenção de estradas vicinais. O representante da linha de Construção da John Deere que irá dar suporte ao cliente no Show Rural Coopavel é o distribuidor Tauron Equipamentos.


No Show Rural Coopavel 2015, a John Deere mostra seu portfólio de produtos destinados a todas etapas da cadeia produtiva. Com soluções integradas, a empresa oferece equipamentos voltados ao plantio, colheita, tratos culturais e atua como consultor do agricultor. Na ocasião, também estarão presentes representantes da rede de concessionários e serviço de Pós-Venda, que comercializará peças originais de fábrica que garantem mais desempenho e durabilidade ao maquinário.


Fevereiro, 2015.


* O Guincho Big Bag (BH1112G) não deve ser utilizado com a Carregadora John Deere 553.
** Verifique a capacidade de carga da Carregadora Frontal.