Meu nome é trabalho

Na família Ventura não existe tempo ruim para o trabalho e lhe cai bem o perfil do típico brasileiro batalhador

Carlos Roberto Ventura com seu Trator 5055E

 

Quando decidiu que estava mais do que na hora de comprar um trator, o lavrador mineiro Carlos Roberto Ventura não teve dúvida: saiu pesquisando e perguntando para mecânicos, vizinhos e amigos coisas sobre produtividade, necessidade de manutenção ou consumo desse tipo de máquina. Aos 40 anos de idade, Carlos trabalha há pelo menos 32 no cultivo de hortaliças, muitos deles na base da enxada – primeiro com seu pai Antonio, de quem herdou o gosto pelo trabalho com a terra, depois com a esposa, Cleide, três irmãs e os respectivos cunhados.

Preparado para ir adiante, Ventura se rendeu às vantagens de ter um John Deere. Precisamente em novembro de 2014, adquiriu um modelo da série 5E, o 5075. “Meu primeiro trator foi também meu primeiro John Deere”, diz orgulhoso, pois está muito satisfeito com a qualidade do produto. Tanto é que já comprou uma segunda unidade, um modelo um pouco menor, o 5055, em abril do ano passado. Essa série de tratores tem seis modelos que atendem praticamente todas as necessidades do campo, com grande variedade de implementos, como grades aradoras, grades niveladoras e carregador frontal, plantadeiras 1100, guincho Big-Bag, etc.

O atendimento é muito bom, as revisões... E as máquinas praticamente não param.

Carlos Roberto Ventura
Produtor de Hortifruti - Caeté-MG

 

Batalhador

Ventura e sua família são aquele típico brasileiro ao qual chamamos de batalhador. “A lida sempre foi muito difícil”, conta ele, que arrenda 8 dos 30 hectares da fazenda Dominguinhos, na zona rural de Caeté, município localizado na região metropolitana de Belo Horizonte, há uns 60 quilômetros da capital mineira. Por conta desse perfil trabalhador, o produtor e sua família foram alvo de uma campanha recente de tratores da John Deere. Ambos tratores ostentam o brasão dos Ventura, fruto dessa participação. “Sempre tivemos muita disposição e vontade de vencer”, acrescenta.

Com ajuda das máquinas agora, e de mais 15 funcionários, os Ventura alcançam uma produção de mais de 150 caixas por dia, algo em torno de 5.000 caixas/mês, de uma grande variedade de hortaliças. “Aqui produzimos todos os tipos de alface, agrião, rúcula, brócolis...”, acentua, contabilizando mais de 22 variedades de verduras produzidas diariamente, que têm como destino algumas cidades da região, sendo que a maior parte da produção vai para a capital mineira. “Às vezes preciso sair e chego tarde, mas não consigo ficar sem ir até a horta porque me faz bem”, revela Ventura. “Aí acabamos de colher e já tem muda pra plantar”. O gosto pelo trabalho é tão grande que não tem tempo ruim para o produtor. “Eu pego o trator umas oito da noite e vou preparar a terra até três, quatro horas da manhã. Daí, a turma já entra plantando”.

Ele realmente não tem, e parece que não quer, muito tempo para o descanso, mas quando isso acontece curte ficar com os filhos Carlos Gabriel, de 4 anos, e Karine, 11 anos, e assiste um pouco de TV. Passatempo, hobby? Arar a terra, plantar e colher.