RELEASES   Julho 27, 2016

John Deere traz histórias de integração de culturas no Brasil em documentário Vida no Campo

O agricultor é um exemplo de cidadão que faz sua parte para construir um Brasil melhor: trabalha sério e busca sempre aprender para vencer seus desafios diários. A partir do conhecimento e da tecnologia, aliado ao compromisso e a paixão pela terra, tira o sustento da família e alimenta a população. E é em homenagem e comemoração ao Dia do Agricultor (28/7) que a John Deere produziu o documentário Vida no Campo. Concebido para difundir a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta, a obra foi elaborada em parceria com a Embrapa e o Ministério da Cultura. A direção é do cineasta Saturnino Rocha.

O especial faz um registro humano das histórias de transformação de cinco famílias brasileiras que vivem e trabalham na terra, em regiões e biomas distintos do País. Apesar das diferenças e peculiaridades de cada uma, todas têm algo em comum: com apoio da tecnologia e das pesquisas, mudaram suas vidas por meio da Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), sistema sustentável que permite ter lavoura, pecuária e plantio de árvores em um uma mesma parcela de terra.

O documentário conta histórias de como a integração pode ser adaptada para qualquer latitude e longitude do País, do Semiárido Nordestino ao Planalto Riograndense. Em todas, a adoção do ILPF foi fundamental nas vidas das famílias apresentadas. “O ILPF é algo revolucionário tanto na produção e preservação ambiental quanto na questão social e humana”, explica Zuleica Modena, presidente da Fundação John Deere.

A necessidade de alimentar uma população mundial crescente, que em breve chegará a mais de nove bilhões de pessoas, coloca a integração de sistemas como uma das principais alternativas para aumento de produção e a redução de custos e riscos.

João Amantino, proprietário da Fazenda São João, em Passo Fundo (RS), foi um dos que teve a atenção atraída pelo ILPF. A preocupação com a terra fez com que o produtor de leite buscasse tecnologias para aliar a atividade com sustentabilidade.

De acordo com o ele, a prática do ILPF multiplicou por seis os ganhos da terra e também transformou o solo. “A integração de culturas melhorou o ambiente. A região não tinha passarinhos e nem comida o suficiente para os animais. Hoje, sobra alimento. Tudo graças à associação do mundo mineral, vegetal e animal. É um ciclo virtuoso”, disse.