De sol a sal

 

O sol nasce. A cada incidência dos raios de luz uma paisagem pura e límpida se revela, formando montanhas de um branco intenso e ofuscante. Essa poderia ser a descrição perfeita de uma cidade após uma tempestade de neve. Poderia. Mas não há neve em Mossoró, no Rio Grande do Norte. O que há é sal, muito sal, extraído pela Salinor – Salinas do Nordeste.

 

 

No caminho de casa para o trabalho, o engenheiro Vitor Dubiela via esse dia raiar na região de Costa Branca, assim chamada a área onde mais se produz sal no País e que abrange os municípios de Macau, Areia Branca e Assus, além de Mossoró. Nas últimas semanas, a cada amanhecer ele trazia consigo em seu trajeto um grande desafio: Como aumentar a eficiência das máquinas para acelerar a colheita do sal?

 

O processo de extração do mineral era algo que Vitor dominava há muitos anos. Ele sabia que a combinação de sol intenso, vento forte e pouca chuva, comum em climas tropicais, favorece a evaporação da água, que, represada nas salinas, faz emergir o sal. Ele sabia que, para intensificar a ação da natureza, o uso de máquinas de alto potencial tecnológico é fundamental, e é isso o que garante à Salinor, no mercado há trinta anos, a produção de 45% de todo o sal marinho brasileiro.

 

Vitor tinha tudo isso em mente e, em mente também, a necessidade de otimizar esse processo para ampliar a produtividade. Mas ele precisava de informações, de referências para dar o próximo passo. Foi então que o engenheiro se lembrou do contato que a John Deere fez dias antes para desenvolver um projeto amplo de padronização de equipamentos. Em uma reunião, marcada com a Veneza Equipamentos, um dos distribuidores John Deere, ele compreendeu como vencer os desafios da empresa.

 

Após esse primeiro contato, a John Deere realizou diversos estudos para identificar a ação do sal nas máquinas, já que o processo de extração acontece em atmosfera agressiva, devido à corrosão que o mineral provoca. Depois de sucessivas visitas e reuniões, o engenheiro aprovou as soluções apresentadas e a negociação se concretizou.

 

Em pouco mais de um ano de implantação, a operação já registra os primeiros resultados. O impacto inicial foi a redução de 80 para 40 do total de máquinas para extração do sal. E cada um dos equipamentos John Deere adquiridos tem mostrado sua eficiência. O principal deles é a motoniveladora 670G. Com sistema de transmissão precisa, que proporciona trocas de marcha e direção muito suaves, oferecendo controle e precisão de nivelamento, o equipamento é ideal para colher o sal evaporado da água. Da mesma forma, o trator de esteira 750J apresentou alto desempenho para espalhar o mineral e a pá-carregadeira 724K, para carregar os caminhões.

 

 

A parceria com a John Deere deixou Vitor feliz, e não só pela redução de custos e da quantidade de equipamentos. Para ele, a confiança também estava nas soluções de Pós-vendas, com assistência técnica remota e gerenciamento inteligente de operações por meio de ferramentas tecnológicas como o JDLink™ e o Service ADVISOR™ Remote. A satisfação do engenheiro é tamanha que ele faz questão de dizer que “a única empresa que correspondeu aos seus anseios e aos da Salinor foi a John Deere, que trouxe um ecossistema de tecnologia amarelo para onde só se via o branco do sal”.

 

 

Confira o vídeo abaixo e entenda a operação da Salinor: