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O Sulco Nº 33

John Deere Informa
Capa: O avanço da mecanização iniciou uma fase de grande crescimento da agricultura na América do Sul. A partir de 1958, os equipamentos produzidos pela John Deere contribuíram para a evolução da agricultura, que serviu de base para o desenvolvimento da economia da região.

Veja também: Editorial, John Deere Informa e espaço do leitor.

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Ligação duradoura
Depois de mais de cem anos produzindo equipamentos agrícolas apenas nos Estados Unidos, na década de 50 a John Deere decidiu ultrapassar as fronteiras do país. O primeiro passo para tornar-se uma produtora multinacional foi dado em 1956, com a abertura de uma fábrica de tratores no país vizinho, o México. No mesmo ano, a compra de uma fábrica na Alemanha colocou a marca também em produtos feitos na Europa. Dois anos depois, a internacionalização tomou o rumo da América do Sul.

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Expansão nos cerrados
Dois parentes do milho, o sorgo e o milheto, muito cultivados em outros países e até meados da década passada relegados a segundo plano no Brasil, vêm conquistando nos últimos anos maior atenção de agricultores brasileiros e têm registrado expansão significativa. Originários da África e introduzidos no Brasil na época colonial pelos escravos, ambos são resistentes à seca e se adaptaram bem às condições climáticas e estruturais do cerrado. Enquanto o sorgo é mais utilizado como grão, na fabricação de rações, o milheto destina-se, em sua maior parte, à cobertura do solo para o plantio direto.

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Arroz com respeito ao ambiente
O grande consumo de água e o risco de transporte de resíduos de defensivos agrícolas para o meio ambiente mantiveram os ambientalistas sempre atentos em relação à produção do arroz irrigado. Avanços na conscientização dos produtores e a atuação dos órgãos de pesquisa provocaram mudanças importantes nesta lavoura nos últimos anos e novas iniciativas apontam agora para o mesmo objetivo. O Irga - Instituto Rio Grandense do Arroz, ligado ao governo gaúcho, criou nesta safra o Selo Ambiental para estimular os produtores a adotar práticas sustentáveis de cultivo.

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Brasileiro de origem e por lei
Largamente consumido no Norte do país, na forma de sucos, sorvetes, geléias, doces, pudins, cremes e outros, o cupuaçu ganhou status de fruta nacional com uma lei sancionada em maio do ano passado. O objetivo foi proibir o registro ou uso indevido por outros países da palavra cupuaçu, e afastar ameaças como a representada pela empresa japonesa Asahi Foods, que em 2000 fez um pedido de patente da palavra no Japão e na Europa. Com a nova lei, os produtores brasileiros não correm mais o risco de vir a ter que pagar royalties por suas exportações dessa fruta da mesma família do cacau e originária da Amazônia brasileira.

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Depois da colheita
As preocupações dos produtores agrícolas não terminam quando as colheitas ou a carne produzida deixam a fazenda. Os alimentos enfrentam dificuldades ao entrar no mundo dos barracões de empacotamento, caminhões, depósitos, e chegar às prateleiras do varejo. E se os produtos colhidos têm problemas no caminho para o mercado, ou nos supermercados, os lucros dos produtores vão sofrer também.

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Encarte de Pós-Venda
O encarte de Pós-Venda é uma publicação com o objetivo de oferecer aos clientes informações sobre as iniciativas de suporte conduzidas pela John Deere e sua rede de concessionários.

Os artigos preparados pela área de Suporte ao Cliente da John Deere apresentam também sugestões para ajudar os clientes a obter a máxima produtividade de seus equipamentos e, ao mesmo tempo, controlar os custos da mecanização agrícola.

Temas abordados nesta edição:

  • Treinamento concentrado para a safra da cana
  • Informação multiplicada
  • Proteção ao ambiente dá direito a desconto
  • Encontros para aprimorar o trabalho

Veja todo o encarte

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