Início
Agrícola
 Produtos Serviços e
Suporte
 Peças Crédito Rede de
Concessionários
 Conheça a
John Deere
 Veja Mais 
Informações de Mercado>Leite
Calendário de Eventos
Notícias
Info Campo
Informações de Mercado
Algodão
Arroz
Boi
Café
Cana, Açúcar e Álcool
Citros
Feijão
Frango
Leite
Milho
Soja
Suíno
Trigo
Cantinho Infantil
O Sulco
John Deere Collection
Banco de Imagens
Papéis de Parede
Protetor de Tela
Depoimentos de Clientes John Deere
Campanhas
LEITE: TENDÊNCIA DE PREÇOS ESTÁVEIS NO 2º SEMESTRE DE 2011

Produção leiteira Os preços do leite pagos ao produtor estão mais altos neste ano. Este ano, as condições climáticas estão menos favoráveis e os custos de produção estão maiores, provocando uma entressafra mais crítica do que a do ano passado, com uma redução na oferta de leite. Segundo a Pesquisa Trimestral de Produção de Leite, divulgada nesta pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no primeiro trimestre de 2011, os laticínios adquiriram 5,485 bilhões de litros de leite, uma queda de 2,1% em relação ao trimestre imediatamente anterior. Houve, porém, aumento de 4,1% com o mesmo período de 2010. Apesar desse cenário, o preço do leite longa vida (UHT) ao consumidor não repetirá, no curto prazo, os picos elevados historicamente observados nesta época do ano. As oscilações de preço estão menos acentuadas do que em anos anteriores. Consequentemente, não estão previstas também quedas expressivas de preço no fim do ano. Pelos números da ABLV, a indústria de leite longa vida trabalha com a previsão de um crescimento nas vendas ao redor de 3,5% para 2011, em relação a 2010. O ano deve fechar com um volume de 5,7 bilhões de litros, o equivalente a negócios superiores a R$ 10 bilhões.

Em junho, por exemplo, a média dos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso, Goiás, São Paulo e Bahia foi 5% maior que a de junho do ano passado – já deflacionada pelo IPCA de maio de 2011. Com base em dados sobre a captação de laticínios/cooperativas dos mesmos Estados, a valorização real do leite ao produtor ocorre, em parte, porque a produção está ligeiramente menor nos cinco primeiros meses deste ano em comparação a igual período do ano passado. A redução é de 1,5%, ocasionada principalmente pela menor oferta de Goiás, que diminuiu 12% sobre 2010. Em Minas Gerais e São Paulo, também houve redução na captação de leite, porém, em menor proporção. Entre os motivos para a queda estão o encarecimento dos insumos usados por produtores para reforçar a alimentação das vacas. O gasto extra com insumos deve ter apertado a margem dos produtores, já que o leite subiu bem menos que produtos como o milho – que teve alta de 50% entre junho de 2010 e junho de 2011, descontando-se a inflação do período – e o farelo de soja – que teve um aumento real de 15%.

Produção leiteira Na parcial deste ano, as exportações de derivados lácteos diminuíram ao mesmo tempo em que as importações aumentaram consideravelmente, o que compensaria ao menos em parte o impacto da menor produção interna. O aumento do leite ao produtor – e nos segmentos a jusante – é explicado também pela demanda do brasileiro, fundamental para que os preços estejam nos patamares que estão. Segundo dados do Conseleite do Paraná, o preço de referência do leite padrão projetado para julho mostra reajuste negativo de 1,4%, com valor de R$ 0,7043/litro, um pequeno recuo de pouco mais de 1 centavo por litro em relação à média obtida no mês anterior (R$ 0,7146/litro). A queda de 1 centavo sinaliza uma estabilidade nos preços. Houve uma leve queda nos preços do leite longa vida (UHT), queijos prato e mussarela. O preço do leite spot continua firme e o frio está prejudicando a produção, por isso estamos nesse cenário de estabilidade. As exportações de leite e de derivados tiveram forte recuo no primeiro semestre. Já as importações voltaram a subir de forma acelerada. De janeiro a junho, as vendas externas do setor somaram US$ 45 milhões, 31% menos do que em igual período anterior.

As importações subiram para US$ 277 milhões, com evolução de 87% no período. O dólar desvalorizado se torna um convite às importações e diminui a competitividade dos produtores nacionais no mercado. Se o ritmo dessas compras externas continuar acelerado, a perda de competitividade e os custos internos elevados vão afetar a produção nacional. Os dados da Secex mostram ainda recuo nas vendas externas de queijos. No primeiro semestre deste ano, as vendas externas de queijo renderam US$ 7,4 milhões aos produtores nacionais, 16% menos do que em 2010. As importações subiram para US$ 75 milhões, com evolução de 97%. A Argentina é o grande fornecedor de produto ao Brasil. As vendas de leite e de derivados feitas pelo país vizinho ao Brasil somaram US$ 159 milhões no primeiro semestre, 70% dos gastos totais dos brasileiros neste setor. Dois produtos se destacam na pauta de exportações dos argentinos: leite em pó e queijos. Os gastos brasileiros com importações de leite em pó dos vizinhos subiram 45% neste primeiro semestre, atingindo US$ 66 milhões. Já os gastos brasileiros com queijo foram a US$ 46 milhões, 149% mais que de janeiro a junho do ano passado.

Fonte: Carlos Cogo Consultoria Agroeconômica

Especial: Perspectivas para 2011/2012




Copyright © 2012 Deere & Company.
All Rights Reserved.
Mapa do Site | Privacidade | Uso Legal |
Conecte-se conosco no
Orkut Facebook Twitter YouTube